quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O grêmio estudantil no Sábado dos Animais (Luiza e Franciele - C21)

O Grêmio Estudantil do Anísio no Sábado dos Animais

         O Grêmio Estudantil do Colégio Anísio Teixeira também participou do Sábado dos Animais Domésticos, realizado no dia 8 de outubro de 2011 no saguão da escola. Neste evento, além do desfile dos animais, da benção dos animais feita por um padre da região, da apresentação de animais treinados pela guarda municipal, o grêmio estudantil apresentou sua campanha de preservação do meio ambiente.
  A campanha que o grêmio estudantil apresentou fala sobre a preservação da água, sobre uma alimentação saudável que temos que ter e sobre o desperdício de dinheiro gasto na reposição de materiais de limpeza e com classes quebradas que tinham que ser consertadas.
Além da campanha apresentada pelo grêmio, os representantes do grêmio e, demais alunos da turma C21 que estavam no colégio no dia, fizeram reportagens entrevistando pessoas sobre os seus animais de estimação.                            

A História de Hamurabi (Julian, Cálixton, Valeska e Leonardo - C21)

A História de Hamurabi
          Hamurabi foi um dos participantes do desfile dos pets no "Sábado dos Animais Domésticos" que aconteceu no dia 08 de outubro de 2011 na Escola Municipal Anísio Teixeira. Hamurabi e sua dona foram entrevistados pelo aluno Vítor da turma C21 pelo Projeto Imprensa Escolar:




Após um começo de vida triste e sofrido, o S.R.D (sem raça definida),  posteriormente batizado de Hamurabi, tem aproximadamente 12 anos de idade e foi encontrado na praia de Xangri-lá, no litoral gaúcho. Segundo sua dona, ele estava triste, com fome, com pulgas e carrapatos. Ele estava na companhia de seus três irmãos quando ela o encontrou. 
A professora Catilcia foi quem o adotou, medicou e cuidou dele. Hoje, Hamurabi está forte, bem cuidado, alimentado e feliz.
A professora, que tinha na época 18 anos de idade, estava passando férias na casa de seus pais em Xangri-lá. Ela se lembra da data, pois foi pouco antes do vestibular: “Sempre o chamo de cachorro de vestibulanda por causa do nome que foi inspirado pelo estudo da matéria de história, do Código de Hamurabi: olho por olho, dente por dente”.
     Ele morou cerca de 10 anos em Xangri-lá com os pais da professora, mas agora mora em Porto Alegre com ela em seu apartamento.
     Segundo Catilcia, o comportamento de Hamurabi é dócil e tranquilo, ele nunca atacou ninguém, nem rosnou para pessoas e nem atacou outros animais. Ele tem pelagem marrom escuro e clara, é de porte médio e tem olhos cor de mel.
   

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A Lenda dos Oito Alunos (Denilson C12)

 A Lenda dos Oito Alunos

Numa Escola na zona sul da Porto Alegre, oito jovens mataram aula da matéria de português. Resolveram se esconder no mato perto da escola. Os alunos foram caminhando pelo mato e, quando perceberam, estavam perdidos.
Ficaram com muito medo e começaram a ouvir tambores, músicas e viram uma fumaça. Eles estavam muito assustados... Os jovens continuaram caminhando, encontraram muitos índios e foram capturados por eles e amarrados perto de uma fogueira. Foram deixados lá e morreram carbonizados.

Hoje em dia, quando alguns alunos matam aula, do lado daquela escola, ouvem vozes falando: “Se vocês matarem aula aqui vão morrer queimados...”
Reza a lenda que quando os irmãos dos índios eram menores, eles mataram aula numa tribo e foram sequestrados e esquartejados e nunca mais voltaram. Desde então, quem mata aula perto da escola, encontra-se com a maldição do índio. 

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A Fada do Dente (Naiane - C13)

A Fada do Dente

O  pai de Lucas  estava  trabalhando  à  noite  como  fotografo. Enquanto,  Lise,  a  empregada,  e  Lucas  estavam  jantando. Enquanto Lise estava  apagando  a luz  da  sala  de  câmeras  e  projetores do pai de Lucas, o dente dele caiu. Lise disse a ele: “vá  dormir  e  coloque  o  seu  dente  debaixo  do  travesseiro  para  a  fada  do  dente  te presentear  com  dinheiro. Lise  explica  a  Lucas sobre  uma  lenda  antiga a respeito da Fada do Dente.            
Lucas, antes  de  ir  deitar,  pegou  o  telefone  e  ligou  para  Bia (sua amiga)  e  contou  que  o  seu  dente  tinha  caído. Bia,  ao  falar  com  Lucas,  avisou  para  ele  que  não  olhasse  para  o  rosto  da  fada  porque  se  ele olhasse  ela  iria  matá-lo.     
Lucas pegou  uma  lanterna ,  apagou  a luz, colocou  o  dente  debaixo  do  travesseiro  e  deitou  em  sua  cama. Tampou-se  ate  a  cabeça   para  esperar  a  Fada  do  Dente  chegar.
Ao  chegar   no  quarto  do  Lucas,  a  fada  ela  levantou  o  cobertor  para   ver se  Lucas  estava   dormindo,  mas para  a  surpresa  da  fada,  quando  levantou  o  cobertor,  Lucas  colocou  a  lanterna  no  rosto  dela. A fada  saiu  correndo  atrás  de  Lucas  que  conseguiu  fugir  dela  e  entrar  no  quarto  de  Lise. Foi quando  Lucas  ligou  para  Bia  e  falou  o   que  havia  acontecido.  Bia  falou  que  tinha  um  plano  para  pegar  a  fada  do  dente... Ao  chegar  na  casa  de  Lucas , Bia, entrou  direto  na  sala  de  câmeras e  projetores  do pai de Lucas.  Bia  chamou Lucas e eles  ligaram  todas  as  câmeras  e  projetores.  Lucas  atraiu  a  fada  para  dentro  da  sala. Apareceu um clarão e a fada sumiu.  Todos sobreviveram, desta vez.....         

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A Leitura é um direito social

No último dia da Feira do Livro de Porto Alegre,  a vereadora Fernanda Melchionna (PSOL)  à frente do LIVRAÇO, apela ao prefeito José Fortunatti que assine o Plano Municipal de Leitura, que destinaria orçamento específico para criação de bibliotecas comunitárias, entre outras ações. No centro da Praça da Alfândega (com seu novo layout de passeios mais largos deste ano), Fernanda foi enfática ao  anunciar que a Leitura é um direito social e que, portanto, não pode se restrigir ao comércio livreiro e tampouco a iniciativas que contemplem apenas os bairros mais centrais da cidade. A periferia carece de ações  siginficativas de leitura. 
Sabe-se que hoje  Porto Alegre conta com apenas duas bibliotecas públicas comunitárias, sendo uma delas  localizada no Centro Administrativo da Restinga Nova  e possuindo como acervo, o descarte de livros da Biblioteca Josué Guimarães, da qual é um ramal visivelmente empobrecido, não contando, tampouco,  com bibliotecário à disposição para a organização e a coordenação de fluxo do acervo.
Este fato - a praticamente inexistente ações de leitura para as periferias por parte do poder público -  mostra-se ainda mais preocupante quando, as únicas bibliotecas públicas localizadas nos bairros periféricos, as bibliotecas escolares (as bibliotecas das escolas municipais  especialmente, localizadas nas áreas mais pobres da cidade) costumam ter o triste hábito de cobrar taxas de associação para o empréstimo domiciliar, transformando o direito social da leitura em privilégio de poucos que já  a usufrem como valor adquirido na família. As taxas de associação - chamadas eufemisticamente de "contribuição espontânea" são o dízimo pago pelos já suficientemente letrados para serem aceitos  na seleta comunidade que vem, há muito,  construindo eficazes mecanismos de privatização da língua escrita.
Parabéns, vereadora Fernanda, pela luta em favor do direito público à leitura. Esperemos que o prefeito assine já.
No noNoNo

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Clube do Gibi vai às compras

Os alunos do Clube do Gibi compram livros novos para a biblioteca e entrevistam o escritor Leonel Caldela.

Assista ao vídeo desse dia especial!


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

A fábula da formiga e do esquilo

Como será que eu devia começar a contar essa história? Cá entre nós, não vou começar com era uma vez! Isso tá mais usado que filtro de café ¬¬
Acho que devia começar assim...:

Em uma bela manhã, um forte e vívido esquilo se apaixonara.
Não é a paixão mais sensata do mundo ¬¬
Ele se apaixonou por uma noz. Era a mais bela e grande noz já vista e ele a amava mais que a si mesmo.
Um dia, o esquilo perdeu a noz e ao tentar procurá-la, um tronco caiu sobre suas pernas e as quebrou e assim ele ficou completamente paraplégico.
O esquilo foi salvo por uma formiga que o levou a uma toca abandonada e lá cuidou dele.
Porém, a formiga acabou se apaixonando pelo esquilo, mas ele só demonstrava dor e sofrimento pela noz perdida.
A formiga tentou dar uma prova de seu amor para o esquilo e assim ela foi atrás da noz há muito perdida.
Com o passar do tempo, o esquilo torcia para a formiga voltar, não esperando a volta dela e sim da sua noz amada.
Ela cruzou desertos, atravessou mares e desafiou todos os perigos conhecidos pelos homens.
Até que um dia, a formiga achou a noz e com ela retornou desbravando todos os perigos.
Com uma minúscula força, porem, grande bravura, ela retornou com a noz para o esquilo.
Ao chegar na porta da toca, a formiga morreu e o esquilo recuperou sua noz.
Ele nem ao menos parou para ver a formiga agora morta... Ele simplesmente pegou a noz e saiu se arrastando para fora da toca.
Alguns segundos mais tarde...O esquilo foi devorado por uma cobra que viu o idiota agora sem a proteção da formiga.

A formiga deu a vida por alguém que não merecia... É horrível... Mas esse é o mundo.


 Escrito e Editado por Gabriel Duarte de Vargas C32