segunda-feira, 28 de maio de 2012

SKATE - Como surgiu o skate


                                         



Na verdade não se sabe bem quando foi que inventaram o skate, algumas pessoas acham que foi lá pelos anos 60, na Califórnia. Era época de surf e tinha gente que queria levar o surf para ruas. Inicialmente o esporte era chamado de sidewalk surf.


Os skates eram muito primitivos, não tinham nose (parte da frente do skate) e nem tail (parte de trás do skate), apenas uma tábua e rodinhas. O esporte ficou tão forte que muitos jovens adotaram a idéia, chamando-o de skate, surgindo os primeiros skatistas da época. Naqueles anos o free style dominava. Os skatistas usavam e abusavam deste tipo de manobra.


Primeiros skates industrializados


Em 1965 foram vendidos os primeiros modelos fabricados industrialmente, aí começaram os campeonatos de skate.

O esporte ficou famoso nos anos 70, quando acontece um fato que choca todos os skatistas da época, a “skateboarder”, uma das mais importantes sobre assunto, que anunciou uma mudança de planos, cobririam apenas as competições de biker’s. Foi assim que anunciaram a morte do skate.

A maioria das pistas se fecharam, muitos abandonaram o esporte, apenas ficaram aqueles realmente apaixonados pelo carrinho. Começaram a trazer a brincadeira para as ruas, o que a tornou um esporte.

Hoje em dia muitas pessoas andam de skate por aí. Se você vê tv, em algumas reportagens, que não tem nada a ver com skate, aparecem pessoas andando atrás. Cultive este esporte sagrado.

Falou rapaziada!   


Autor: Rafael Russo

Fonte: http://www.extremaonline.com/surgiuskate.html

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Alfabetização Audiovisual na Escola Anísio Teixeira!



                                   Alunos na sala de “Múltiplas” na E.M.E.F.Prof. Anísio Teixeira 
                                                             na pré-estréia de seu filme.


Alunos participam de Alfabetização Audiovisual, projeto vinculado ao Mais Educação. A atividade começou dia 7 de maio e estendeu-se até o dia 18 de maio, com a finalidade de proporcionar a experiência de “Como fazer um filme”.

As aulas foram divididas em 5 partes:
 1ª parte: os alunos se conheceram e fizeram um breve roteiro;
2ª parte: se dividiram em tarefas tais como: direção, direção de fotografia, direção de arte, produção e elenco;
3ª parte: passaram pelo processo de filmagem;
4ª parte: fizeram a edição do seu filme com a professora Tula;
5ª Parte: a grande estréia de seu filme, chamado “Escuridão”.
        
         Para aqueles que não viram o filme: trata-se de uma garota que passeava pela rua voltando da escola em uma tarde “fria e tenebrosa” quando, de repente, ela avista uma garota misteriosa, que aparece do nada em sua frente. O pavor e adrenalina estão só começando.

O curta metragem tem no máximo 3 minutos de duração e é classificado como suspense.

Se estiver interessado em assistir, confira a programação da Feira do Livro da EMEF Anísio Teixeira.



                  Autor: Carlos Vinícius
                  Turma: C21

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A Assassina do Dia dos Namorados (Ághata e Manuela - C11)

A Assassina do Dia dos Namorados

Era uma vez, uma adolescente muito infeliz que morava numa cidade do interior no sul do país, e não sabia o que era o amor... Ela tinha dezesseis anos, tinha muitas esperanças e planos. O sonho da garota era arranjar um namorado para ter seu sentimento compartilhado.
Mas ela era gorda, feia, seu rosto era coberto por espinhas, seu enorme aparelho nos dentes espantava as paixões. Na escola, ela sofria com os deboches dos seus colegas, com a falta de respeito... Não parecia ter jeito... Todos os seus colegas falavam assim para esta pobre menina:  “Nunca você conseguirá um namorado... Você é feia demais para ser amada...”
Até que,  neste mesmo ano, chegou o dia dos namorados...Então, ao sair da rua, a menina feia viu vários apaixonados, ela viu todas as suas amigas ganharem presentes... Assim, ela caiu em profunda depressão e, em sua casa, ela escreveu um bilhete final,
triste e original:
 “- Estou me suicidando porque não sou aceita de verdade... Nunca conseguirei ter um namorado... Afinal, nunca serei bonita... Daqui a um ano eu voltarei... E a todos os namorados, destruirei!”
Ao escrever este bilhete, ela pegou um litro de veneno e bebeu de um só gole. Foi assim que a menina feia faleceu...
            Mas, um ano depois, nesta mesma cidade... Ocorreu algo estranho de verdade!
Chegou mais um dia dos namorados, porém, aconteceram muitos assassinatos...Um casal de namorados morreu afogado numa lagoa, de uma maneira misteriosa... O telhado de um motel desabou em outro casal... Outro casal teve outro acidente, o carro deste casal bateu num poste, matando-os.
Mais dois namorados morreram, atropelados! Numa estrada calma... Onde não passava uma viva alma...
Dizem, que tudo isto foi praga da adolescente, que foi rejeitada!
Todo o dia dos namorados, nesta cidade, morrem muitos casais.

A CASA ASSOMBRADA (Laura, Tiffani e Bárbara - C11)

A CASA ASSOMBRADA

        No século XVII, existiu uma tribo de índios no norte do Brasil que foi dizimada por outra tribo rival. No dia da  guerra entre as tribos, ouve matança para todo lado. A tribo que acabou perdendo, fez uma maldição para a tribo que ganhou e essa maldição iria passar entre gerações...
        A maldição era tão forte que um dos índios da tribo rival acabou morrendo e foi enterrado embaixo da casa deles e quem que fosse morar lá o índio, assombraria para se vingar da maldição que sofreu.
       As pessoas que se mudavam para a casa ficavam assustadas com as coisas que aconteciam lá: as cortinas se mexiam, as portas se batiam e, como o assoalho da casa era de madeira, as pessoas ouviam barulhos de pisadas no chão. Toda noite, quando as pessoas iam dormir, ouviam barulhos de correntes se arrastando pela casa. As luzes se apagavam e os cachorros uivavam como lobos.
    As pessoas comentavam que essa casa é tão assombrada porque um índio antes de morrer, pediu para ser enterrado no porão da casa. Essa é a lenda de uma casa assombrada, por que nessa casa um índio está enterrado no porão, e então todas as noites o índio assombra está casa.
   

A Loira do Banheiro (Thales e Dyonathan - C11)

A Loira do Banheiro

Diz a lenda, que numa escola particular, uma menina muito bonita, que era bastante popular, não gostava de ir a aula. Ela tinha o cabelo loiro e os olhos azuis.
Geralmente, ela não assistia às aulas e matava aula no banheiro sempre sozinha.
Ela estava cansada de ficar sozinha no banheiro e decidiu chamar alguém. Enfim, chamou uma amiga dela e teve que implorar para sua amiga ir junto.
Elas fumaram, leram e escutaram muitas músicas no banheiro matando aula.
Tempo depois, bateram na porta do banheiro, elas acharam estranho, até que a amiga da loira foi verificar, e não viu ninguém...
Quando ela voltou, a loira estava morta cheia de sangue .
A amiga da loira ficou pasma, e não se sabia se a loira havia se matado ou se havia sido assassinada. Desde então, o espírito da loira vagou anos e anos pela escola.
Também dizem que, quem dá descarga 3 vezes e chuta o vaso, a loira volta a assustar naquele banheiro.

O Menino da Sacada (Iago e Maurício C-11)

O Menino da Sacada  

Numa cidade pouco conhecida do Rio Grande do Sul, no ano de 2007, um menino se atirou da sacada de uma casa e morreu. Depois de anos todas as pessoas que moravam naquela casa foram embora e nunca mais voltaram. Os vizinhos denominaram aquela casa de mal assombrada.
O motivo do medo dos vizinhos era porque a casa era assombrada pelo menino. Eles diziam que à meia noite, o menino aparecia vestido de branco na sacada acenando para as pessoas que passavam na rua na frente da casa, as portas abriam e as janelas batiam e as pessoas ficavam com medo e saiam correndo.
Quando o dia amanhecia, as portas e as janelas se fechavam.
               E depois de alguns anos o menino desapareceu e nunca mais voltou. Essa e a lenda do menino da sacada.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Os Pôneis Malditos (Natan - C13)

Pôneis Malditos

Em um dia comum, uma menina de oito anos disse que queria ter um pônei mágico, mas a irmã dela, de dezesseis anos, disse que era impossível, que pôneis mágicos não existiam. No mesmo dia, à noite na hora de dormir, a menina que disse que não existiam pôneis mágicos teve um sonho. Ela estava numa floresta escura e assustadora quando, de repente, começaram a aparecer pôneis para todos os lados e um deles derrubou ela e começou a pisoteá-la. A menina, no sonho, começou a gritar por ajuda e a mãe dela tentou ajudá-la e ficou preocupada.
A menina não acordou no dia seguinte, estava morta. No outro dia, a notícia da tragédia já estava em todos os jornais. Diziam que a morte da menina ainda era desconhecida. O fato dela ter duvidado de pôneis mágicos acabou sem querer fazendo uma provocação aos pôneis mágicos e, assim, eles provaram sua existência de um jeito violento e fatal.
E, assim, começou a sair nos noticiários e nos jornais a aparição de mortes de pessoas que dormiram e amanheceram mortas por pôneis mágicos.
E foi assim que, vinte e cinco anos depois, foi concluído que quem duvidasse dos pôneis mágicos, que também começaram a ser conhecidos como “pôneis malditos”,  estavam assinando a sua própria sentença de morte...
Foi assim que começou a ser conhecida como a lenda dos Pôneis Malditos.